24/05/2009
Direitos Humanos e o Conselho Escolar
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Ione Campos Freitas
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13/05/2009
Função social da escola e a formação do cidadão
A escola, portanto, tem o compromisso social de ir além da simples transmissão do conhecimento sistematizado, preocupando-se em dotar o aluno da capacidade de buscar informações segundo as exigências de seu campo profissional ou de acordo com as necessidades de desenvolvimento individual e social. Precisamos preparar nossos alunos para uma aprendizagem permanente, que tenha continuidade mesmo após o término de sua vida escolar. Isto significa que em sala de aula devemos estar preocupados em desenvolver determinadas habilidades intelectuais sem as quais o aluno nunca será capaz de uma aprendizagem autônoma. É necessário a cada momento fazer o aluno pensar, refletir, analisar, sintetizar, criticar, criar, classificar, tirar conclusões, estabelecer relações, argumentar, avaliar, justificar, etc. Para isto é preciso que os professores trabalhem com metodologias participativas, desafiadoras, problematizando os conteúdos e estimulando o aluno a pensar, a formular hipóteses, a descobrir, a falar, a questionar, a colocar suas opiniões, suas divergências e dúvidas, a trocar informações com o grupo de colegas, defendendo e argumentando seus pontos de vistas. Um aspecto importante a ser considerado no que se refere à formação da cidadania diz respeito à formação de determinados valores, atitudes e compromissos indispensáveis à vivência numa sociedade democrática, tais como solidariedade, cooperação, responsabilidade, respeito às diferenças culturais, étnicas e de sexo, repúdio a qualquer forma de discriminação e preconceito. É função social de a escola propiciar a formação destes valores. Entretanto, valores não podem ser ensinados, mas devem ser vivenciados. É preciso que a escola e o próprio professor dêem testemunho daqueles valores que direcionam sua ação, fazendo da escola um ambiente de vivência de valores democráticos. Quando analisamos o debate que tem se processado em torno deste tema observamos que três aspectos têm se destacado. O primeiro diz respeito à gestão da escola. Para muitas pessoas, democratizar a escola diz respeito apenas à democratização dos processos administrativos. Isto significa, por exemplo, requerer que os diretores de escola, sejam eleitos através de formas participativas. Por outro lado prega-se a administração colegiada, que nos últimos anos vem sendo instalada em muitas escolas. Cada vez mais fica claro que a escola deve abrir-se à participação de todos os segmentos que constituem a comunidade escolar, para que estes tenham voz e voto e sejam capazes de contribuir nas discussões que irão levar à tomada de decisões. Um segundo aspecto da democratização, refere-se à concepção de que para se democratizar a escola há que se democratizar a sua oferta. Isto significa que a escola deve universalizar a sua capacidade de responder às demandas, isto é, enquanto houver criança sem acesso à educação formal por falta de vagas, não podemos falar que temos uma escola democrática. Ainda relacionado a este aspecto está a questão de garantir a permanência do aluno na escola. Não basta apenas criar vagas para todos. Dados estatísticos revelam que de cada 100 crianças matriculadas no primeiro ano, apenas 33 concluem o primeiro grau, e destas apenas 05 chegam ao 8ª ano sem repetência. A cada ano, milhares de crianças e adolescentes abandonam a escola sem ter concluído o ensino fundamental. O que é feito delas? Podemos chamar de democrática uma escola que exclui tantos alunos? Ao manter estes mecanismos de seletividade a escola passa a servir como instrumento de reforço às desigualdades sociais. Portanto, além de criar vagas para todas as crianças em idade escolar, é preciso pensar formas de garantir sua permanência na escola. Um terceiro aspecto que tem sido considerado na discussão sobre a escola democrática diz respeito à sala de aula, à democratização do processo pedagógico, da relação professor/aluno, aluno/aluno, aluno/conhecimento. Diz respeito também à utilização de metodologias participativas, centradas não na atividade do professor, mas no trabalho do aluno. Aqui também se deve considerar a flexibilidade dos planos e currículos, de modo a contemplar interesses emergentes. E também não pode ficar de fora a discussão sobre um processo democrático de avaliação da aprendizagem, preocupado não apenas em constatar as deficiências do aluno para decidir se ele será aprovado ou não, mas uma avaliação diagnosticadora, interessada em saber o que o aluno não aprendeu e por que não aprendeu, com o objetivo de que sejam tomadas decisões que permitam a ele apropriar-se do conhecimento.A discussão sobre a escola democrática certamente não se esgota nestes pontos, no entanto estes aspectos têm centralizado os debates travados em torno desta importante questão. Finalizando, deve-se dizer que a construção de uma escola competente, democrática e de qualidade é uma exigência social. De um lado somos responsáveis por sua construção, por outro lado, quando se trata da escola pública, não podemos imaginar que será possível concretizar este projeto de escola sem a decisão política dos órgãos governamentais. Sozinha, a escola não pode cumprir com sua tarefa social, até porque ela não existe isolada do contexto. Efetivamente o poder público vem elaborando uma política educacional clara, com objetivos bem definidos, cujo foco central é o atendimento escolar de boa qualidade. Faz-se agora necessário que a sociedade civil acompanhe controle e fiscalize as medidas que serão implementadas, exigindo do Estado o cumprimento dos dispositivos legais, pressionando para que seja garantida a infra-estrutura indispensável ao bom funcionamento das instituições de ensino.
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06/05/2009
Sociedade democratica
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Ione Campos Freitas
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05/05/2009
Democracia na escola
Escola e democracia devem se articular na formação das novas gerações, viabilizando a educação pela democracia e para a democracia. Pela democracia, pois acreditamos que a escola deve organizar seu funcionamento e seus conteúdos de forma a favorecer o desenvolvimento de valores e práticas democráticas, junto aos seus alunos e alunas. Para a democracia, pois a formação para a cidadania, uma das tarefas da escola, deve orientar-se para a convivência em uma sociedade democrática, onde valores como tolerância, igualdade, equidade, liberdade são indispensáveis. Cada regime político requer um tipo de atuação, com a democracia acontece o mesmo, principalmente se levarmos em conta a importância e a tendência de buscar na participação ativa do cidadão uma forma de ampliação e legitimação do sistema democrático.
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29/04/2009
Cidadania e democracia
Levantando questões sobre cidadania, ética, democracia e educação, coloco um ponto importante aqui. Para ser cidadão, no sentido literal da palavra, devemos ter ética e viver em uma democracia. E onde aprendemos na prática estes conceitos é na escola, onde todos os dias somos colocados a prova, e sendo a escola, um espaço de vivência onde os alunos podem discutir os valores éticos e morais que constituem toda e qualquer ação de cidadania, encontra-se dentro deste espaço, o professor. O professor necessita de alguns pontos para trabalhar o conceito de igualdade e democracia dentro da escola que são os seguintes: Dignidade da pessoa humana, que implica no respeito aos direitos humanos, repúdio à discriminação de qualquer tipo, acesso a condições de uma vida digna, respeito mútuo nas relações interpessoais, públicas e privadas. Igualdade de direitos que refere-se à necessidade de garantir que todos tenham a mesma dignidade e possibilidade de exercício da cidadania. Participação, que como princípio democrático, traz a noção de cidadania ativa, isto é, da complementaridade entre a representação política tradicional e a participação popular no espaço público, compreendendo que não se trata de uma sociedade homogénea e sim marcada por diferenças de classe, étnicas, religiosas, etc. Co-responsabilidade pela vida social, que implica em partilhar com os poderes públicos e diferentes grupos sociais, organizados ou não, a responsabilidade pelos destinos da vida coletiva. São estes pontos que o professor necessita para trabalhar o conceito de igualdade e democracia da escolar. É importante ressaltar que a Constituição de 1988 e a LDB, definem o papel da escola como um agente capaz de contribuir para o pleno desenvolvimento da pessoa, preparando-a para a cidadania e qualificando-a para o trabalho.
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26/04/2009
LDB é a sigla correspondente a Lei de Diretrizes e bases da Educação Nacional.
Por que Educação Infantil e não Ensino Infantil?O MEC pode ter considerado que o trato com a criança nessa faixa etária não se traduz em transmissão de conteúdos, mas deve visar o desenvolvimento da criatividade, à formação de hábitos salutares e outros quesitos necessários ao crescimento sócio-cultural da criança.
De acordo com a LDB, qual a função da Escola com relação aos ensinos Fundamental e Médio? Em linhas gerais, a escola deve ensinar a ler, escrever, contar e conhecer os meios físicos e político-sociais; preparar para o trabalho, para a cidadania, para o prosseguimento dos estudos. A escola deve, principalmente, ensinar o aluno a aprender.
A LDB prevê alguma alteração no processo de recuperação dos alunos? Agora recuperação é um processo que deve ser coerente com o significado de avaliação contínua. A LDB quer que ela seja realizada, de preferência, paralela ao ano letivo. A Escola disciplinará esse processo no seu regimento interno.
E se a Escola não tiver professores disponíveis e suficientes para dar aulas de recuperação paralela? Os diversos sistemas de ensino deverão se aparelhar para essa eventualidade. A LDB, todavia, não fala em aulas de recuperação, mas estudos de recuperação.O professor pode planejar atividades de estudo para que seus alunos as executem.No decorrer do ano, esses alunos serão reavaliados.Tudo isso será assunto de regimento interno da escola,que deverá ser modificado para agasalhar essa e outras mudanças.
O Ensino Religioso é obrigatório?A Escola Pública é obrigada a oferecer o ensino religioso. As diversas denominações religiosas poderão se unir na elaboração de um programa de ensino religioso, ou planejar em separado.A freqüência às aulas de religião será facultativa.
O que diz a LDB sobre a avaliação? No Conselho de Promoção, o mais importante é o desempenho global do aluno, isto é, tudo o que ele fez durante todo o ano. Segundo a Lei, o resultado de uma prova no final do ano não modifica o conceito construído no decorrer do ano, pois é apenas um elemento quantitativo. Portanto, um aluno não será julgado apenas pelos resultados das provas finais. Isso, porém, não é uma novidade na Educação. Já em l980, o Parecer 110 estipulava que, no Estado, deveria haver uma mudança na avaliação: a qualidade deveria predominar sobre a quantidade.
Que quer dizer PCN?É sigla para Parâmetros Curriculares Nacionais.Os parâmetros são propostas do MEC ao Conselho Nacional de Educação, a respeito de currículos a serem adotados. Os parâmetros refletem o que o MEC julga necessário para melhorar o desempenho do professor. Estabelecem metas para os docentes. O CNE pode transformar tais parâmetros em DCN, com força impositiva, isto é, as escolas terão que cumpri-los.
Que quer dizer DCN? É a sigla para Diretrizes Curriculares Nacionais. São normas nacionais que vão orientar a elaboração dos currículos escolares em todo o Território nacional.
Agora a criança da escola pública vai ter direito a Creche e a Pré-Escola? Esse direito não foi a nova LDB que trouxe no seu texto.O direito já existia.É só olhar a Constituição de 1988.
O que vem a ser SAEB? É a sigla de Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica.
Qual o objetivo do SAEB?O objetivo do SAEB é verificar se a educação que a Escola oferece está contribuindo para a formação de cidadãos aptos.
A quem cabe a responsabilidade pela Educação Infantil? Essa responsabilidade é de cada município, que deverá priorizar, por enquanto, o Ensino Fundamental.
Existe na Lei conteúdos obrigatório em todo o Território Nacional? São obrigatórios Português, Matemática, Arte, Educação Física conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política. Alguns conteúdos não foram citados diretamente, mas entendemos que são obrigatórios. Biologia, Química, História e Geografia estão implícitas no item conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política. A Filosofia, a Sociologia e línguas estrangeiras estão claramente citadas.Cada sistema, cada região elaborará seu currículo a partir daí.
Como fica o ensino de língua estrangeira? No Ensino Fundamental, a partir da 6º ano, deve ser oferecida pelo menos uma língua estrangeira moderna. No Ensino Médio, deve haver uma língua estrangeira moderna obrigatória e uma optativa.Esse é o mínimo exigido. O estabelecimento pode incluir outras além dessas, mesmo que não sejam modernas, de acordo com sua disponibilidade.
O que é o estudante do Ensino Fundamental, segundo a LDB? Para a Lei, esse estudante é um cidadão em formação, que virá a ser capaz de interagir com o meio em que vive, com as pessoas com quem vive, e com o próprio conhecimento. Tudo isso está implícito no Art 32 (transcrito no final).
Como a LDB vê o aluno do Ensino Médio? Para a Lei, esse aluno é um cidadão crítico em formação, que poderá vir a ser dotado de autonomia intelectual, quer dizer, capaz de prosseguir seus estudos na Educação Superior (caso queira),capaz de se integrar ao mundo do trabalho, e capaz de interagir, como sujeito histórico e figura humana e humanitária, com seus semelhantes e com a sociedade.Tudo isso se depreende pela leitura do Art. 35 (transcrito no final).
A Comunidade e as famílias podem participar da gestão escolar? Podem interferir nas decisões da escola? Podem e devem participar. Podem e devem interferir, dentro da ordem e da Lei, conhecendo direitos, deveres e limites de atuação. Isso quer dizer que a Escola acolherá reclamações, sugestões e reivindicações, desde que estejam fundamentadas na Lei e regimento da Escola.O que contraria as normas não deve sequer ser discutido, muito menos atendido.
O que é um projeto pedagógico? Entendo o projeto pedagógico como sendo a Carta Magna, a Constituição de uma escola. Trata-se de um documento legal com base numa lei (no caso, a LDB), construído a partir das diversas propostas formuladas e discutidas nos diversos níveis administrativos da Escola, por exemplo, direção e equipe técnico-pedagógica Equipe técnico-pedagógica e professores. Nada há na Lei que impeça uma maior abrangência ou diversidade desses níveis administrativos: ETP, pais e Comunidade; professores e alunos; ETP, conselheiros e representantes; conselheiros, professores e representantes de turmas etc.
Qual a importância do projeto pedagógico da Escola? Esse documento, de elaboração e execução obrigatória, que deve estar em consonância com a Lei e com o modelo pedagógico nela embutido, estabelece diretrizes para todas as atividades da Escola. Sua importância maior está na integração de metodologias e conteúdos; professores e alunos; professores e colegas docentes; ETP e professores; direção e ETP; Escola, pais e Comunidade.
O professor não é detentor do conteúdo e da metodologia? As coisas mudam, porque o mundo está mudando sempre. E cada professor deve rever seus conteúdos e acompanhar a didática e a pedagogia atualizada. O professor, às vezes, pode ser comparado a um turista que tem a bagagem, mas não tem o roteiro de viagem, ou o seu roteiro é muito antigo e precisa ser atualizado. O pedagogo pode ser comparado a um agente de viagem, que mostra ao turista os novos pontos turísticos. O agente pode até mesmo ajudar o turista a selecionar os itens da bagagem para a tournée. Alguns itens, segundo a orientação do agente de turismo, podem não ser adequados à região de destino,desconhecida do turista. Os agasalhos, por exemplo, podem ser aconselhados, pois as condições climáticas do país de destino mudaram. Essa relação entre turista e agente é uma relação necessária de integração.
Qual o modelo pedagógico que entra em vigor com a LDB? A LDB não nomeia diretamente nenhum modelo pedagógico. No entanto, deixa perceber no seu texto, com predominância, as teorias surgidas nos anos 80, como a pedagogia crítico-social dos conteúdos. A presença do conteúdo sócio-político pode ser influência da pedagogia libertadora, do educador Paulo Freire.
O que a LDB prevê para a valorização do professor e para a garantia da Educação de Qualidade? O Art. 67 estabelece que cada sistema garantirá ao professor piso salarial condições adequadas de trabalho, aperfeiçoamento profissional continuado, inclusive com licença para afastamento periódico remunerado para esse fim, promoção conforme o título e a habilitação em cursos de extensão ou pós-graduação.
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Ione Campos Freitas
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25/04/2009
Ser democrático
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Ione Campos Freitas
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23/04/2009
18/04/2009
CURRÍCULO E PPP A UM PASSO DE UMA ESCOLA DEMOCRATICA
O presente ensaio tem como objetivo apresentar as nossas concepções sobre Projeto Político Pedagógico (PPP) e Currículo escolar, bem como realizar uma reflexão sobre estas importantes ações democráticas da escola, articulando estas concepções com os textos lidos e experiências vividas sobre essas temáticas.
Também pretendemos através deste, salientar a importância da participação da comunidade na escola nas decisões referentes a ela, e do quanto o PPP e o currículo favorecem esta intervenção e a possibilitam.
O Currículo escolar e o PPP são documentos que expressam a realidade escolar. Estes são importantes meios de se propagar a gestão democrática, pois devem ser construídos e mantidos com a colaboração de toda a comunidade escolar, pais, alunos, professores, direção e funcionários da escola, para que assim a escola tenha conhecimento dos problemas da comunidade e a comunidade tenha conhecimento dos problemas ocorridos na escola, e principalmente que essa articulação possibilite melhoras e ganhos proveitosos para todo o meio escolar.
O currículo vai além dos conteúdos ministrados, a chamada grade curricular, compreende tudo que diz respeito à vida da escola. Currículo são os objetivos, metas e ações que são pensados pela comunidade escolar para os sujeitos da escola, sejam eles alunos, professores, gestores e funcionários, enfim, toda a comunidade inserida nesse contexto. Este, precisa ser revisto anualmente ou sempre que sentir-se a necessidade de mudanças ou surgimento de algum novo fato acerca da escola. Apesar dos currículos serem remetidos às escolas com normas exigidas pelo município e pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC) a escola pode e deve inserir nesse currículo as características e necessidades da comunidade onde está inserida.
Currículo Escolar é tudo que compreende o cotidiano escolar, não só os conteúdos, mas objetivos, metas, ações, enfim é a vida da escola que está no aluno, no professor, na equipe diretiva, na proposta pedagógica da escola, no planejamento e avaliação. Deve ser flexível e dinâmico para atender as necessidades diárias da escola.
O PPP é a “cara” da escola, nesse documento deve conter a realidade da escola no momento que ele foi elaborado (contexto, em torno da escola, a escola em relação à comunidade, ao município, ao estado e ao país), e a partir daí, ou seja, dessa realidade, projetar o futuro, ir em busca de novos sonhos.
Desta forma, compreendemos que ao organizar e elaborar o currículo a escola esteja preocupada também com a vida social de seus alunos, além das disciplinas e das horas obrigatórias, para que todo tipo de exclusão, discriminação, dificuldades de aprendizado ou outro tipo de problema enfrentado pelos alunos seja identificado de imediato e que se possa achar uma solução para este problema.
Outro instrumento de democracia que pode colaborar com o bom andamento da escola, visando solucionar os problemas e a efetiva participação das pessoas que fazem a escola é o PPP, um documento que deve conter a realidade escolar e projetar o futuro, buscando novos horizontes, e priorizando metas construtivas e de desenvolvimento, principalmente ao que se julga mais necessário no momento. O PPP opera com relações de conhecimento e poder. Sua construção torna viável a manifestação de todas as partes envolvidas com a escola, possibilitando que se conheçam os anseios e prioridades que a comunidade deseja para a escola. Porém, é fundamental que estes sujeitos conheçam sua importância no contexto e participem de todo o processo de construção deste projeto, pois como afirma Benavente, “(...) as inovações não têm hipóteses de sucesso se os atores não são chamados a aceitar essas inovações e não se envolvem na sua própria construção”(1992,p.28). Assim compreendemos que de nada vale dar oportunidade à comunidade escolar para que opinem e participem se estes não estiverem conscientes de seu papel na vida da escola.
Outra questão fundamental para a realização desse projeto é a disponibilidade projetada pela escola para a inserção da comunidade no planejamento, e principalmente, concretização do PPP, é necessário que a escola abra as portas da escola e acredite no potencial do que vem de fora, de concepções de quem vê de fora, e não apenas entenda opiniões como críticas negativas, mas sim, de grande ajuda para o desenvolvimento de um ambiente escolar conjunto. O PPP é essencial para toda a construção escolar e crescimento da comunidade, porém, um projeto no papel de pouco adianta, é preciso que as pessoas se desacomodem e coloquem em prática as metas de uma escola digna e desenvolvida.
“É fundamental compreendermos que tanto currículo quanto PPP tratam de questões referentes ao ensino, como, por exemplo, a definição de concepções mais abrangentes como educação, sociedade, homem, aprendizagem, conhecimento...“
Assim, reforçamos a importância do PPP e do currículo para a vida da escola, porém lembramos que sozinhos não garantem o sucesso da aprendizagem e da consolidação da democracia na comunidade escolar. Elaborar um PPP não é suficiente se ele ficar dentro da gaveta, apenas cumprindo uma norma que determine sua existência. Ter um bom currículo, não basta, se os docentes não o conhecerem e dele não fizerem uso. Estes instrumentos são deveras importantes e se bem utilizados, tornam-se o espelho que reflete a realidade da escola e da comunidade onde está inserida.
Se tivermos um bom currículo, um projeto político pedagógico elaborado com a participação de todos e um conselho escolar atuante, vamos ter uma escola democrática e educação de qualidade, pois o conselho escolar tem um papel muito importante na construção da escola democrática.
O PPP que a escola quer implementar, torna-se um aliado fundamental na autonomia financeira da escola, pois, quando pensado coletivamente, contando com a participação e aprovação do conselho escolar, ganha força diante da comunidade e do sistema de ensino. Como o conselho escolar tem caráter deliberativo e é o órgão fundamental, enquanto núcleo de gestão, a sua participação na construção do PPP é fundamental.
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13/04/2009
Problemas apontados
Os conselhos escolares já estão presentes em praticamente todas as unidades da rede estadual e municipal de São Paulo, mas, segundo especialistas, ainda não conseguem desempenhar plenamente seu papel de promover a gestão democrática do ensino público. A falta de conhecimento da sociedade sobre seu funcionamento, os processos acidentados de escolha dos representantes e a grande rotatividade dos docentes são alguns dos problemas apontados.
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Ione Campos Freitas
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11/04/2009
ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR CONSELHEIRO COM A TURMA DE SUA RESPONSABILIDADE
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Ione Campos Freitas
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O QUE É A ESCOLA?
A escola é espaço de construção, sistematização, apropriação e socialização do conhecimento. Ao mesmo tempo pela pluralidade de idéias, valores e as múltiplas formas de expressar, os mesmo tornam-se também espaço de conflitos, oposições. Toda essa complexidade pode ser fator de crescimento profissional, institucional e humano, mas ao mesmo tempo se não for bem gestada pode ser entrave aos processos de ensino aprendizagem e geradores de angústia, insatisfação, intolerância.Conflitos, agressividade mútua, gera insatisfação e angústia ,que compromete a aprendizagem. Sem um entendimento mínimo e tolerância é impossível se estabelecer no ambiente uma relação que favoreça o aprender. Acredito que o diálogo, a compreensão, o compromisso são elementos indispensáveis para que se consiga terra fértil.Assim faz-se necessário o investimento no sentido de se construir boas relações, procurando minizar a indisciplina. Diante do exposto propõe-se a implantação de um mecanismo de representatividade dos professores junto aos alunos e comunidade escolar
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Ione Campos Freitas
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24/02/2009
FORTALECIMENTO DA ESCOLA PUBLICA.
O fortalecimento da escola e sua autonomia não significam que a escola seja uma instituição isolada que caminha só e livre. Ela faz parte de uma estrutura maior que é o sistema educacional. Neste contexto, a Gestão Democrática é um desafio que exige revisão de papéis e de rumos na administração escolar, em busca de modelos participativos que respondam à globalidade do processo educativo aliados à consciência de que este processo deve ser repassado e compartilhado por toda a comunidade escolar. A autonomia da escola reforça a Gestão Democrática, significando a transferência de papéis e competências para a escola, para que ela possa resolver os seus problemas pedagógicos, administrativos e financeiros, garantindo à escola a condição de uma identidade própria, levando em conta as características e as diferenças regionais. Não podemos esquecer que a gestão democrática possibilita a escola publica autonomia, mas não possibilita a independência. A escola publica depende do sistema educacional de ensino mesmo com gestão democrática.
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Ione Campos Freitas
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20/02/2009
Círculo de Cultura
O Conselho Escolar necessita de um espaço com todos os membros para que possam refletir analisar e tomar decisão, para isso se faz necessário utilizar os três instrumentos metodológicos, que atribuo como seqüência didática na busca de organizar as idéias numa forma lógica de se trabalhar.
Estes mecanismos são caracterizados como: investigativo que realiza um estudo avaliativo dos problemas; a tematização que faz uma reflexão teórica sobre o problema diagnosticado e finaliza com as sugestões, a proposição de solução em que o coordenador do Círculo de Cultura expõe os fatos e motiva os participantes a fazerem uma leitura da realidade sociopolítica da escola e da sociedade baseado num exercício pedagógico para a qualidade social da educação escolar.
O momento investigativo realiza a análise do que foi levantado pelo Conselho Escolar , faz um diagnóstico dos problemas, delineando o perfil da situação-problema.
A partir daí, segue-se para os outros instrumentos da tematização e da proposta de solução.
Quando o processo investigativo é bem realizado, os participantes do Círculo de Cultura no Conselho Escolar compartilham a superação dos problemas e a construção de novas iniciativas para a escola, exigidas pela complexidade cultural e pela superação dos problemas sociais e pedagógicos.
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Ione Campos Freitas
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30/01/2009
Temáticas e dicas que o conselho precisa saber para acompanhar, avaliar e ajudar na melhoria do padrão de qualidade da escola.
Cumprimento da Carga Horária mínima de 200 dias letivos de efetivo trabalho escolar com o Aluno, não podendo ser contado nos 200 dias letivos as provas finais dos Alunos.
Só podemos considerar uma atividade como letiva se em sua programação constar da participação dos Alunos sob a orientação de Professores e que as mesmas contenham teor e adjetivos educacionais claros.
MATRÍCULA ESCOLAR
O Conselho escolar deverá participar junto com a Direção da Escola do planejamento da matrícula, observando os seguintes aspectos:
Capacidade física da escola;
Recursos humanos (professores e funcionários);
Recursos materiais;
Projeção da oferta;
Montagem do esquema de atendimento dos pais no período da matrícula.
INDICADORES DE SUCESSO DA ESCOLA
ACESSO = Matrícula
PERMANÊNCIA = Não evasão
SUCESSO = Aprovação
Esses indicadores devem ser apresentados bimestralmente ao Conselho Escolar. Após análise dos referidos indicadores, caberá ao Conselho Escolar, sugerir medidas ou atividades que venham contribuir para o melhor e maior sucesso da Escola.
PATRIMÔNIO MATERIAL E IMATERIAL
Participar efetivamente das campanhas do Livro Didático: Utilidade, Uso e Cuidados.
Incentivar campanhas, gincanas e outros com o objetivo de melhorar o acervo bibliográfico ou os recursos didáticos da Escola.
Realizar campanhas educativas que visem à conservação do Parque Escolar bem como dos recursos material e imaterial existentes na Escola.
Acompanhar os Projetos de Estudo, Planejamento e Capacitações dos Professores, Funcionários e Gestores.
Incentivar o cultivo de hábitos cívicos e solidários da Comunidade Escolar.
FAZER ACOMPANHAMENTO DA MERENDA ESCOLAR
Ter ciência e acompanhar a aplicação do cardápio da Merenda Escolar
Acompanhar o recebimento, acondicionamento e a utilização da Merenda Escolar
Avaliar junto aos Alunos a aceitação da Merenda Escolar, emitindo parecer de aceitação ou não da mesma
Sugerir ao Núcleo Gestor, medidas de implementação da qualidade da merenda
Acompanhar as condições de salubridade e higiene da Merenda do processo de guarda ao momento de servir a Merenda do Aluno.
Serviço de ouvidoria
É importante criar no Conselho Escolar uma Comissão que possa agir como ouvidores da comunidade. Pessoas em que a comunidade confia e nelas busquem a abertura de diálogo e de espaço de reivindicação de seus direitos.
Provocar a comunidade a emitir sua opinião sobre os serviços escolares prestados à comunidade, gerando instrumentos de consulta tais, como referendos, avaliações, enquetes, e outros do gênero.
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Ione Campos Freitas
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28/01/2009
Dicas
Dicas a serem praticadas para que o conselho escolar possa ser reconhecido e valorizado por toda comunidade:
Criar painéis na escola com os nomes de toda a diretoria e conselheiros de preferência com fotografias; afixar calendários de encontros com antecedência contendo: datas, horários e locais ; procurar convocar os conselheiros mediante pauta a ser discutida ou trabalhada; Cada representante de segmento deverá procurar seu respectivo segmento, para consultar pauta e ver demais reivindicações; se fazer representar nas atividades da Escola; procurar participar de reuniões de pais, planejamento, atividades e campanha da escola; procurar avaliar o Conselho semestralmente envolvendo a comunidade escolar.
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Conselho Escolar e a Escola
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Ione Campos Freitas
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15/10/2008
Minha homenagem para vocês!
Caros amigos e colegas professores, recebam hoje, meus sinceros parabéns pela escolha da tão árdua quanto sublime missão de educar. Com carinho, Ione.
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Ione Campos Freitas
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02/10/2008
Projeto político pedagógico e o conselho escolar
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Ione Campos Freitas
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27/09/2008
Os objetivos do Conselho Escolar
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Ione Campos Freitas
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28/07/2008
Conselho escolar atuante
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Ione Campos Freitas
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26/07/2008
25/07/2008
Democracia acima de tudo
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Ione Campos Freitas
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12/07/2008
Ser Membro do Conselho Escolar
Ser membro do conselho escolar é um bom meio para expressar a sua opinião sobre assuntos importantes da escola. Se você representa um grupo de pessoas, tais como os pais ou alunos, terá a oportunidade de expressar o ponto de vista destas pessoas quando as decisões são tomadas. Também terá oportunidades regulares de dar conselhos sobre assuntos que afetem a escola. Aprenderá muito sobre a escola, como membro do conselho ajudará a fazer da escola um lugar ainda melhor. Se é pai de uma criança na escola, seu próprio filho será beneficiado. Estará mostrando a ele que se interessa pela sua educação e que deseja trabalhar para a escola dele.
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Ione Campos Freitas
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04/06/2008
Atividade do conselho escolar
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Ione Campos Freitas
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17/05/2008
Conselho Escolar é o orgão máximo da escola
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Ione Campos Freitas
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09/05/2008
Papel do conselho escolar
O papel do Conselho Escolar é o de assumir a luta pela efetivação do direito à educação no âmbito de suas atribuições. Ou seja, lutar pela garantia do acesso à escola, na educação infantil, ensino fundamental e no ensino médio, e para a melhoria do processo ensino – aprendizagem daqueles que estão na escola. Essas lutas são fundamentais para a efetivação do direito à educação de qualidade. É importante destacar, ainda, que, para que se efetive o direito social à educação, é necessário garantir o financiamento das diversas etapas e modalidades da educação básica.
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Ione Campos Freitas
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24/04/2008
Duração do ensino fundamental
Vamos destacar a recente mudança na legislação, que ampliou para nove anos a duração do ensino fundamental. Assim, a educação infantil passa a contemplar as crianças na faixa etária de zero a cinco anos. ⁴Dizer que a educação é um direito público subjetivo quer dizer que quem está fora da escola pode requerer uma vaga nas instituições educacionais. Por exemplo: se uma criança estiver sem matrícula, qualquer um pode exigir dos poderes públicos uma vaga para ela e não apenas os pais ou responsáveis. ⁵ Se não existir vagas nas instituições públicas, o poder público tem a obrigação de custear o aluno em uma instituição escolar privada.
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12/04/2008
Concepção do ensinar e aprender segundo Paulo Freire
No livreto, Pedagogia da Autonomia vc encontra respostas objetivas sobre os saberes. Paulo Freire prega o profissionalismo, o amor sem pieguice, a humildade no ensinar e no aprender; a consciência sobre o que é formar cidadãos. Estamos sempre aprendendo e ao mesmo tempo ensinando. Alguns educadores e educadoras confundem o amor ao social pelo familiarismo. Paulo Freire fala sobre a responsabilidade social e não sobre tratar a todos como tios e sobrinhos. Cada aluno representa um ser da sociedade e não um parente.
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10/04/2008
A criação do conselho escolar
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09/04/2008
Atribuições dos conselho escolares
Elaborar o Regimento Interno do Conselho Escolar; coordenar o processo de discussão, elaboração ou alteração do Regimento Escolar; convocar assembléias-gerais da comunidade escolar ou de seus segmentos; garantir a participação das comunidades escolar e local na definição do projeto político-pedagógico da unidade escolar; promover relações pedagógicas que favoreçam o respeito ao saber do estudante e valorize a cultura da comunidade local; propor e coordenar alterações curriculares na unidade escolar, respeitada a legislação vigente, a partir da análise, entre outros aspectos, do aproveitamento significativo do tempo e dos espaços pedagógicos na escola; propor e coordenar discussões junto aos segmentos e votar as alterações metodológicas, didáticas e administrativas na escola, respeitada a legislação vigente; participar da elaboração do calendário escolar, no que competir à unidade escolar, observada a legislação vigente; acompanhar a evolução dos indicadores educacionais (abandono escolar, aprovação, aprendizagem, entre outros) propondo, quando se fizerem necessárias, intervenções pedagógicas e/ou medidas socioeducativas visando à melhoria da qualidade social da educação escolar; elaborar o plano de formação continuada dos conselheiros escolares, visando ampliar a qualificação de sua atuação; aprovar o plano administrativo anual, elaborado pela direção da escola, sobre a programação e a aplicação de recursos financeiros, promovendo alterações, se for o caso; fiscalizar a gestão administrativa, pedagógica e financeira da unidade escolar; promover relações de cooperação e intercâmbio com outros Conselhos Escolares.
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26/03/2008
Desigualdade Social
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18/02/2008
Inclusão entre professores
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Inclusão
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03/02/2008
O ano letivo - O que diz a lei ?
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Calendários escolares - O que diz a lei ?
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02/02/2008
Como construir a emancipação numa sociedade de exclusão?
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27/01/2008
Direito Garantido
Precisamos refletir sobre esse problema a curto e longo prazo, temos que pensar no aluno, mas na prática, pois somos responsáveis pelos nossos atos, e somos cúmplices de algo que não funciona tão bem como deveria.
De acordo com Patto (2005), "A democratização do ensino requer muito mais do que "pôr toda criança na escola", para que ela obtenha o diploma no prazo previsto". Não podemos deixar que a educação publica continue sendo educação enganosa, precisamos mudar essa realidade, precisamos de educação mas educação de qualidade. Faça sua parte!!!!
" A melhor maneira que a gente tem de fazer possível amanhã alguma coisa que não é possível de ser feita hoje, é fazer hoje aquilo que hoje pode ser feito. Mas se eu não fizer hoje o que hoje não pode ser feito e tentar fazer hoje o que hoje não pode ser feito, dificilmente eu faço amanhã o que hoje também não pude fazer". (Paulo Freire)
Paulo Freire idealizou a Progressão Continuada mas não a promoção automática, Paulo Freire idealizou o bom ensino, a leitura de mundo, a educação como meio para a libertação, o respeito aquele que está sendo alfabetizado e a garantia de que ler é direito de todos.
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25/01/2008
Educação Como Prioridade
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19/01/2008
Paulo Freire
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" Escola e Democracia "
Saviani faz referência à Teoria da Curvatura da Vara, fazendo alusão à política interna da escola a partir de três teses, sendo as mesmas todas teses políticas. A educação que deveria ser o instrumento para as escolhas do homem livre, democrático, cidadão e autônomo acaba, então se tornando mais uma ferramenta de manipulação e de homogeneização do pensamento crítico da sociedade. Ela legitima as diferenças sociais e marginaliza, ao invés de tencionar a luta contra a ideologia das classes dominantes, e dos direitos dos seres humanos: o conhecimento, que deve ser universal e possibilitado a todos.
O autor termina o livro e conclui retificando a relação entre a educação e a sociedade, bem como a responsabilidade dos professores em transformar, não o mundo, mas sim cada indivíduo que assiste sua aula, compreendendo melhor o mundo e seus acontecimentos, assim como seu papel dentro do sistema, seus deveres e seus direitos para a construção de um país melhor.
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14/12/2007
Princípios que norteam a gestão democrática
Participação:Todos os envolvidos no cotidiano escolar devem participar: professores,estudantes,funcionários,pais ou responsáveis e comunidade.
Transparência: Qualquer decisão e ação tomada ou implantada na escola tem que ser de conhecimento de todos.
A gestão democrática é formada por alguns princípios básicos: Constituição do conselho escolar,elaboração do projeto político pedagógico de maneira coletiva e participativa; definição e fiscalização da verba escolar,divulgação e transparência na prestação de contas;avaliação institucional da escola, professores,alunos,dirigentes,equipe técnica e eleição direta para diretor
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22/11/2007
Mensagem de Paulo Freire
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O tempo pedagógico e o conselho escolar
Mas, alem disso, refere-se também ao sentido pedagógico do tempo livre. Tempo supostamente destinado ao lazer, as descobertas de outros sentidos, fora do espaço estritamente escolar. O tempo considerado " livre " está também inserido no processo pedagógico, gerando novas aprendizagens e concorrendo para uma formação integrada do cidadão.
O tempo pedagógico não pode ser desperdiçado, sob pena de se assistir ao esvaziamento da prática pedagógica que impulsiona o estudante para atingir novos patamares de aprendizagens. Todos que participam da escola são responsáveis em garantir que o tempo pedagógico não seja desperdiçado.Essa é uma tarefa que o conselho escolar deve assumir. Podemos assinalar que o conselho escolar é co-responsável pela ampliação das oportunidades de aprendizagens significativas para os estudantes.São varias as contribuições que podem ser dadas pelo conselho em relação a esse item.
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18/11/2007
03/11/2007
Gestão democrática
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02/11/2007
Educação de qualidade
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29/10/2007
Dever do profissional da escola
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Conselho Escolar
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28/10/2007
Educação meio mais prático de fazer democracia
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24/10/2007
Mensagem de Paulo Freire
"Se tudo o que agente puder fazer no sentido de convocar os que vivem em torno da escola, e dentro da escola, no sentido de participarem, de tomarem um pouco o destino da escola na mão, também. Tudo o que a gente puder fazer nesse sentido é pouco ainda,considerando o trabalho imenso que se põe diante de nós que é o de assumir esse país democraticamente".Paulo Freire
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